domingo, 17 de outubro de 2010

A extinção dos dinossauros

Os dinossauros eram basicamente uma espécie de répteis com tamanho largamente superior aos animais que habitavam ambientes terrestres e aquáticos e que prevaleceram na Terra de forma hegemônica entre os períodos mesozóico, jurássico e início do cretáceo. Esses são os maiores animais que se tem registro na história.

Há milhões de anos os dinossauros desapareceram do planeta por meio de uma extinção em massa, porém as discussões sobre esse fato continuam vivas, especialmente no meio acadêmico das ciências afins.
Os dinossauros dominaram a Terra por um tempo superior a 160 milhões de anos.
A extinção dos dinossauros, e principalmente as causas que os levaram a esse fim, motivam e aguçam a curiosidade de centenas de cientistas no mundo, que elaboram diversas teorias com o objetivo de explicar o trágico destino dos grandes répteis. Algumas teorias recebem uma boa aceitação no meio científico outras são praticamente descartáveis.


A teoria mais aceita para designar a extinção dos dinossauros está relacionada à queda de um meteorito de 6 a 14 km que atingiu o planeta Terra, mais precisamente na Península de Yucatán, México, o impacto abriu uma cratera de 180 km, além de mais duas secundárias que a envolvia com 240 e 300 km de diâmetro.De acordo com alguns estudos, a extinção desses grandes répteis e de outras formas de vida aconteceu há aproximadamente 65 milhões de anos. O impacto provocado pela queda do meteorito moveu o eixo do planeta, além de provocar uma imensa nuvem de poeira que impediu a entrada de luz na atmosfera e automaticamente na superfície terrestre.
Os dinossauros compunham uma fauna formada tanto por animais herbívoros quanto carnívoros, consistia em animais de grande porte que pesavam até 100 toneladas, por isso requeriam uma grande quantidade de alimentos. Como não havia luz solar para realizar o processo de fotossíntese nos vegetais, que serviam de alimentos para os herbívoros, houve a quebra da cadeia alimentar. As plantas ficaram comprometidas e morreram, com isso os herbívoros não tinham alimento e tiveram o mesmo destino das plantas, o que resultou no fim dos carnívoros que se alimentavam de herbívoros.

Essa é apenas uma hipótese, pois não existe nada concreto que possa sanar todas as dúvidas que são geradas no meio científico, todas as teorias atuais possuem falhas que comprometem a veracidade das mesmas.
A extinção K-T ou evento K-T foi uma extinção em massa, ocorrida há mais ou menos 65,5 milhões de anos, que marca o fim do período Cretáceo (K, abreviação tradicional) e o início do período Terciário (T). Este evento teve um enorme impacto na biodiversidade da Terra e vitimou boa parte dos seres vivos da época, incluindo os dinossauros e outros répteis gigantes. O registro estratigráfico mostra que o desaparecimento abrupto das espécies que foram extintas coincide com um nível estratigráfico, denominado nível K-T, rico em irídio, um elemento químico pouco abundante na Terra[1] e geralmente associado a corpos extraterrestres[1] ou a fenômenos vulcânicos. Diversas teorias tentam explicar a extinção K-T, sendo que a mais aceita atualmente é a que justifica a catástrofe como sendo resultado da colisão de um asteróide com a Terra.
A partir de 1989, a Comissão Internacional de Estratigrafia deixou de reconhecer o período Terciário. Em seu lugar foram estabelecidos dois períodos, o Paleogeno (constituído pelas épocas Paleoceno, Eoceno e Oligoceno) e o Neogeno (constituído pelas épocas Mioceno e Plioceno). Com isso, muitos geólogos passaram a adotar o termo extinção K-Pl (onde Pl representa o período Paleogeno) em substituição ao termo extinção K-T.

2 comentários:

estão gostando?????
 
Victor, estou adorando seu blog,
parabéns!!

Beijos Eclair
 

Postar um comentário